10 coisas que você precisa fazer durante seu intercâmbio em Malta

Sabe aquele tipo de lista com recomendações genuínas, daquelas que, se você já esteve em Malta, desejaria muito ter lido antes? Ou ainda pra quem está contando nos dedos o dia do embarque e não faz a menor ideia da quantidade de coisas legais que dá pra fazer na ilha além das atrações super populares.  […]

Sabe aquele tipo de lista com recomendações genuínas, daquelas que, se você já esteve em Malta, desejaria muito ter lido antes? Ou ainda pra quem está contando nos dedos o dia do embarque e não faz a menor ideia da quantidade de coisas legais que dá pra fazer na ilha além das atrações super populares. 

Às vezes, os mínimos detalhes da viagem até dá pra tirar de letra, meio que no tranco. Mas ter um norte de alguns passatempos mais exclusivos com certeza ajuda no planejamento como um todo. 

Vamos conferir? 

 

1. Andar sem rumo em Valletta 

Considerando que você vá pelo menos uma vez pra Valletta (e reconhecendo as chances de querer voltar lá várias e várias vezes), a nossa principal sugestão é a de simplesmente se perder pelo centro histórico da cidade sem ter, necessariamente, um roteiro planejado. 

Caminhar pela capital da ilha é como estar em um cenário cinematográfico, onde tudo ao redor parece ter sido colocado ali por alguém que pensou em cada detalhe: das divertidas varandas coloridas de madeira, aos paralelepípedos, ou às construções que criam uma bela paisagem quando se olha bem adiante. Durante a noite, as ruas ganham uma iluminação um tanto quanto nostálgica, que trazem aconchego e são um convite pra curtir a atmosfera histórica da cidade. 

É claro que ao longo do percurso você vai se deparar com inúmeros restaurantes e outras tantas cafeterias super charmosas, com mesas e cadeiras do lado de fora, na calçada mesmo – onde vai se permitir perder alguns bons minutos. Você confere algumas opções aqui.

Conglomerado de bons comércios, Valletta também costuma chamar a atenção por suas interessantes lojas, de vestuário, decoração e souvenirs da ilha. E é claro que não poderíamos esquecer, das importantes e riquíssimas igrejas da cidade, que são uma verdadeira viagem ao tempo. 

 

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2. Ver o pôr do sol nos Dingli Cliffs 

À primeira vista, você pode pensar que este seja um simples e substituível passeio. Mas fato é que assistir ao pôr do sol nos Dingli Cliffs não é o mesmo que assistir a qualquer pôr do sol. 

Pra começar, o lugar é o ponto mais alto de Malta, com 253 metros acima do nível do mar, dono de uma extensão imensa e uma vegetação peculiar que até é bastante característica da ilha, mas que por lá, ganha outras cores. Os penhascos esculpidos pelo vento deram origem a cavernas rochosas que enfeitam a bela costa oeste maltesa.

E é nessa imensidão, com o céu e o mar dividindo o mesmo horizonte, que você terá uma das experiências mais marcantes do seu intercâmbio! Se visitar durante o inverno, recomendamos o uso de bons casacos, já que os ventos por lá são intensos! E por que não, um delicioso vinho maltês enquanto prepara a câmera e aprecia a vista para o espetáculo?

Durante o mês de outubro, o pôr do sol acontece por volta das 18h30, mas recomendamos sempre checar o horário alguns dias antes pra garantir que não perderá a melhor parte. 

 

3. Ir na feirinha em Marsaxlokk 

Ir na feirinha em Marsaxlokk é ter a certeza de vivenciar uma super experiência nativa regada a boa comida, boas fotos e um marcante final de semana. Isso porque, todos os domingos às 8h30, uma multidão de simpáticos comerciantes exibe suas mercadorias em um corredor gigantesco, ao qual é muito fácil entrar e difícil (e tentador!) sair. 

Em meio ao mar de pessoas que se desloca dos quatro cantos da ilha pra garantir peixes e frutos do mar fresquinhos, frutas, verduras ou ainda as deliciosas opções de petiscos tipicamente malteses – e que dividem espaço com souvenirs, roupas e brinquedos – tem também quem vá simplesmente para passear e se encantar com a forte cultura local. 

O divertido passeio conta com ótimos spots para fotos, que tem como plano de fundo os barquinhos (chamados luzzu’s) de uma comunidade inteira desenvolvida através da pesca. E caso pretenda esticar o passeio, que termina às 12h30 em ponto, ainda dá pra pegar um barco e ir até St. Peters Pool! Não é o máximo?

 

4. Beber de graça em Paceville 

O crème de la crème da vida noturna em Malta está, definitivamente, em Paceville, uma badalada região na cidade de St. Julians. Durante os 365 dias do ano, os jovens são atraídos para lá pela diversidade de pub’s, casas noturnas, bares dos mais variados e pelo próprio agito que toma as ruelas da pequena área e concentra multidões de gente do mundo inteiro.

O ambiente super descontruído, onde o que manda é a interação entre os jovens, conta com baladas que trazem referências musicais da brasileira à árabe, passando pelos hits eletrônicos franceses e sucessos do oriente, com destaque para os sons latinos que são os que mais tocam por lá. 

As escolas de inglês tradicionalmente reúnem seus alunos em alguma das baladas e não economizam na quantidade de drinks. Que aliás, é uma prática super comum dos clubes: os promoters distribuem pelas ruas os vouchers de drinks gratuitos ou ainda vouchers de promoção como compre um e ganhe outro, e etc. Além disso, os shots geralmente vêm em porções de 12, 16 e até (pasme) 72 unidades! E quando não são gratuitos, tudo tem um preço super adequado à vida de intercambista, viu?! 

 

5. Pular na St. Peter’s Pool 

Para ter uma perspectiva diferente do mar de Malta – que fará parte do seu caminho todos os dias que estiver na ilha – St. Peters Pool é uma excelente alternativa. A atração está sempre entre o top 10 de coisas pra se fazer na ilha, e inclusive já citamos ela aqui e aqui.

O engraçado pontuar é que cada turista, por mais diferente que seja, encontra seu motivo para visitar a piscina natural. Seja para curtir um bom banho de sol, para treinar saltos e mergulhos em direção ao mar ou para esquecer das horas enquanto aprecia a maravilhosa vista, fato é que o lugar é de uma preciosidade única. 

Nos meses de verão, do alto das rochas é possível enxergar metros abaixo das águas cristalinas do mar, e é a época preferida dos aventureiros de plantão. Nos outros períodos do ano, no entanto, há quem arrisque um mergulho, mas as águas já estão levemente mais agitadas. De qualquer forma, a erosão provocada pelos ventos nas rochas (que deu origem à piscina) cria um visual interessante que é protegido de correntes e ondulações mais fortes. 

 

6. Experimentar uma Cisk e uma Kinnie 

Você pode não ser o maior fã de cerveja ou de refrigerante, mas que deve se abrir pra possibilidade de se apaixonar pelas versões maltesas dessas bebidas, isso com certeza! 

Malta tem muito orgulho de sua cerveja nacional, a Cisk (se pronuncia tchisk). Ela é uma lager bem leve, boa para refrescar o calor com as altas temperaturas e que orna super bem com os petiscos também tracionais, como os pastizzi. No caso de sua paixão pela Cisk ser muito forte, você ainda pode fazer um tour na Simonds Farsons, onde ela é fabricada, e conferir de perto todo o processo, que termina no bar próprio da empresa. 

Mas se cerveja realmente não é a sua praia, que tal enquanto estiver na ilha trocar o guaraná tradicional por Kinnie? A composição de laranja e várias ervas aromáticas resulta em um toque agridoce que faz com que o refrigerante seja bem saboroso se bebido puro ou misturado com algum destilado. Segundo a história, a bebida foi produzida pela primeira vez em 1952 como uma alternativa às bebidas à base de cola que proliferavam na Europa no pós pós-guerra. 

 

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7. Explorar Gozo de quadriciclo 

Um roteiro que tem se tornado bastante popular em Gozo é explorar a ilha em cima de um quadriciclo, aventura que dura em torno de um dia (manhã e tarde). A ideia é genial porque traz mais mobilidade e facilidade de adentrar em pontos específicos que o transporte público não chegaria! E claro, a delícia de sentir o vento no rosto e de estar rodeado de paisagens naturais praticamente intocadas. Já detalhamos o rolê de quadriciclo em Gozo aqui.

Uma das vantagens de optar por esse tipo de transporte é que você define o tema da sua jornada: se será banhada pelo litoral ou se pretende explorar centro histórico gozitano – que por sinal é recheado de resquícios arqueológicos interessantíssimos – e consegue chegar aos seus destinos com a maior facilidade possível!

Como as vias praticamente não tem circulação de carros, fica hiper fácil dirigir por lá mesmo que esta seja a sua primeira vez em um quad e nunca tenha dirigido na mão inglesa. Importante destacar que as empresas que alugam os veículos dispõem de todas as instruções necessárias, bem como luvas e capacetes, e também exigem que se tenha a CNH (pode ser a brasileira).  

 

8. Nadar na Blue Lagoon 

A joia de Malta, presente em 11 de 10 cartões-postais, fica na porção de terra vizinha, Comino. Blue Lagoon é o nome da praia que muito se assemelha a uma lagoa, com uma infinidade de tons de azul colorindo as águas tranquilas do mar mediterrâneo. A atração tem uma baía muito convidativa e recebe milhares de visitantes por ano, sedentos por um bom banho de mar e por um interessante dia na ilha, que por sinal tem apenas 3 habitantes. 

Nadar na Blue Lagoon é como renovar as energias, o que muitos aproveitam para fazer em cima de uma bóia enquanto se afastam da porção de areia. A diversão quase não envolve riscos, já que o mar é quase uma piscina nos dias de verão em que não há vento. Há de se tomar cuidado apenas com águas-vivas, que vez ou outra aparecem. 

Como falamos mais detalhadamente nesse post, para chegar até a Blue Lagoon são necessárias algumas caminhadas depois de descer do barco, o que recomendamos uso de tênis. Para se instalar na praia, uma dica é carregar consigo uma canga ou um mét de ioga, já que as rochas não são muito confortáveis. No mais, temos certeza que você passará mais tempo no mar cristalino do que sentado. 

 

9. Ir em um festival de fogos 

Por mais de quatro séculos, os fogos de artifício fazem parte da cultura maltesa. Durante todo o ano, são realizadas centenas de festas abertas ao público nas quais os fogos são essenciais para representar a importância dos eventos, que têm, em sua maioria, cunho religioso.

É o que acontece por exemplo entre junho e setembro, nas tradicionais festas para o santo padroeiro que são proporcionadas em cada uma das cidades de Malta. No entanto, independente da religião, as festividades são verdadeiros espetáculos de cores, sons e história. 

Geralmente nos meses de abril e maio (devido a uma homenagem da data em que Malta passou a fazer parte da União Europeia) você também pode participar do Festival de Fogos de Artifício de Malta, um evento anual organizado pelo Ministério do Turismo, com repertório para 4 noites de festa que carrega uma imensidão de cores e musicalidade.

O festival, que atrai empresas de pirotecnia e turistas de todo o mundo, da Austrália ao Reino Unido, é um dos eventos em maior crescimento na região! Mais informações podem ser conferidas em: https://www.maltafireworksfestival.com/

 

10. Comer um pastizzi

Caso esta seja a primeira vez ouvindo falar do pastizzi, pense nesse tradicional petisco dos malteses assim como a coxinha é para os brasileiros. Eles são feitos de uma massa salgada folhada e geralmente nos sabores ricota e ervilhas, podendo também ser recheados com os mais diversos ingredientes como frango, queijo e etc. Eles são aquela comida popular para todas as horas, do café da manhã à confraternização com amigos: toda e qualquer situação pede um (ou vários) pastizzi. 

A porção em formato de diamante ou redondo é dobrada de diferentes maneiras conforme o recheio, e posteriormente assada e servida em confeitarias, bares, cafés e lanchonetes das mais diversas. Você encontra os famosos pastizzi por todos os lugares de Malta, sempre recém saídos do forno, a um preço extremamente acessível de centavos de euro. Também encontra os pastizzi na versão congelada nos supermercados malteses. 

Uma curiosidade é que, tão enraizado na cultura, a palavra pastizzi encontrou seu caminho para os ditos populares. Em maltês, a expressão “jinbiegħu bħall-pastizzi” quer dizer vender como pastizzi, equivalente ao ditado inglês “vender como bolos quentes”, que descreve qualquer coisa que pareça ter uma demanda inesgotável.

 

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A gente aposta que esse monte de dicas deu aquele gás pra conhecer Malta o mais breve possível! E depois, adoraríamos que compartilhasse com a gente qual dessas coisas você riscou da lista, viu?

Se você ainda está em dúvida sobre o planejamento do seu intercâmbio e não vê a hora de aproveitar cada cantinho da ilha, basta chamar os consultores da Blue Intercâmbios para tirar a sua viagem do papel.

A Blue Intercâmbios é uma agência parceira do VIVAMALTA e conta com consultores especializados, todos com experiência no exterior, para te ajudar a encontrar a melhor condição para o seu intercâmbio.

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